Casos complexos não deveriam começar com a pergunta onde vamos colocar os implantes. A pergunta anterior é o que precisamos reconstruir.
A resposta curta
Uma reabilitação oral completa começa pelo diagnóstico e pelo planejamento da futura prótese. Depois são avaliados dentes que podem ser preservados, osso disponível, gengiva, mordida, estética e saúde geral. Só então são definidas extrações, implantes, enxertos, tratamentos complementares, provisórios e a reabilitação definitiva.
Etapa 1 — Entender o problema
Primeiro é necessário saber quais dentes existem, quais podem ser mantidos, quais possuem prognóstico ruim, como estão gengiva e osso, como o paciente mastiga e quais são suas principais dificuldades.
Etapa 2 — Exames
Podem ser utilizados fotografias, radiografias, tomografia, escaneamento, modelos digitais ou físicos e registros da mordida. Em reabilitações implantossuportadas complexas, a avaliação tridimensional pode ter papel importante no planejamento.
Etapa 3 — Planejar os dentes antes dos implantes
É necessário estabelecer posição dos dentes, sorriso, suporte labial, mordida, espaço para a prótese e possibilidade de higienização. Depois os implantes são planejados para sustentar esse projeto.
Etapa 4 — Preparar a boca
Dependendo do caso, pode ser necessário tratar gengiva, restaurar dentes, realizar endodontia, extrair dentes sem prognóstico ou reconstruir osso.
Etapa 5 — Instalar implantes quando indicados
Quantidade, posição e técnica dependem do projeto construído anteriormente.
Etapa 6 — Fase provisória
Próteses provisórias podem ser utilizadas para devolver função e estética enquanto ocorre cicatrização e adaptação.
Etapa 7 — Reabilitação definitiva
Depois das etapas biológicas e protéticas necessárias, a prótese definitiva é confeccionada.
Etapa 8 — Manutenção
O acompanhamento faz parte do tratamento. Higiene, tecidos, implantes e componentes protéticos precisam continuar sendo avaliados.
Perguntas frequentes
- Tudo é feito em uma cirurgia?
- Não necessariamente. Na prática, essa resposta precisa ser interpretada junto ao tipo de tratamento, à região envolvida, à fase de cicatrização e às condições individuais do paciente. A avaliação clínica é o que permite diferenciar uma situação esperada de algo que exige mudança de conduta ou acompanhamento mais próximo.
- Primeiro coloca implante ou faz a prótese?
- O projeto protético deve orientar o planejamento dos implantes. Na prática, essa resposta precisa ser interpretada junto ao tipo de tratamento, à região envolvida, à fase de cicatrização e às condições individuais do paciente. A avaliação clínica é o que permite diferenciar uma situação esperada de algo que exige mudança de conduta ou acompanhamento mais próximo.
- Pode ter prótese provisória?
- Sim. Na prática, essa resposta precisa ser interpretada junto ao tipo de tratamento, à região envolvida, à fase de cicatrização e às condições individuais do paciente. A avaliação clínica é o que permite diferenciar uma situação esperada de algo que exige mudança de conduta ou acompanhamento mais próximo.
- O tratamento termina na prótese definitiva?
- Não. Existe manutenção. Na prática, essa resposta precisa ser interpretada junto ao tipo de tratamento, à região envolvida, à fase de cicatrização e às condições individuais do paciente. A avaliação clínica é o que permite diferenciar uma situação esperada de algo que exige mudança de conduta ou acompanhamento mais próximo.
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